Amor ao outro

O acesso irrestrito a conteúdos impróprios e pornografia na Internet vem se tornando, para muitas pessoas, uma compulsão, tão séria quanto o vício em substâncias ilícitas. A adrenalina e o sentimento de culpa associados à pornografia são exemplos que confirmam a gravidade do problema.

A pessoa que consome conteúdo pornográfico talvez não perceba, mas o prazer que obtém se dá por meio da exploração da imagem do outro. Ou seja, por trás de uma foto ou vídeo pornográfico há vidas, seres humanos, que têm uma história (por vezes marcada por abusos) e que estão naquele momento sendo transformados em coisas, objetos de prazer.

Ao consumir pornografia, a pessoa enxerga o ser humano, que é criação divina, como objeto. Talvez ela não se lembre, mas as atrizes e os atores expostos ali também são filhos de Deus. Eles foram criados por Deus. Imagine o coração de um pai vendo seus filhos sendo tratados como objetos para consumo? É exatamente como Deus se sente.

Em João 15.12 está escrito: “O meu mandamento é este: que vocês amem uns aos outros, assim como eu os amei.”
Ao acessar pornografia, não estamos amando o nosso próximo. Não estamos obedecendo a este mandamento divino.
Peçamos a Deus que, em vez de consumir pornografia, tenhamos amor por essas vidas.


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